ESTA CORREGEDORIA NÃO É DA FUNDAÇÃO!

ESTA CORREGEDORIA NÃO É DA FUNDAÇÃO!
DENUNCIEM ILEGALIDADES DOS CENTROS DA FUNDAÇÃO CASA

sábado, 23 de maio de 2015

JUSTIÇA INOCENTA GILBERTO E DESMENTE SITRAEMFA!!!

DECISÃO JUDICIAL MOSTRA QUE SINDICATO 

FALTOU 

COM A VERDADE PARA A CATEGORIA.


Foi Publicado hoje, uma decisão da 2ª Vara Cível do Foro de São Miguel Paulista – SP, 

Sentença proferida pelo Juiz Michel Chakur Farah no processo nº 

013389907.2008.8.26.0005 (005.08.133899-0), onde são partes, O Sindicato Sitraemfa x 

Antônio Gilberto da Silva – ex- presidente do sindicato gestão 1999/2004 e diretor na 

gestão 2005/2007. Lembrando que a gestão de 2005/2007 a presidente do sindicato era 

Maria Gusmão da rede conveniada.


A diretoria do sindicato liderada por Maria Gusmão ingressou com ação requerendo 
indenização contra o ex- presidente alegando que o mesmo havia causado prejuízo ao 

sindicato de mais de R$ 200 mil reais em função da penhora do prédio. Usando do 

argumento que ele não tomou as providências necessárias e deixou a ação ocorrer a 

revelia o que obrigou o sindicato desembolsar R$ 70 mil reais e indenizar o autor da ação. 

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Acusou ainda de ter se apropriado do carro do sindicato e de ter tomado mais de 15 mil 

reais de multas.


Por sua vez o ex- presidente Gilberto, argumentou que não tinha qualquer 

responsabilidade e que na verdade quem havia causado o referido prejuízo, eram 

diretores da gestão de Maria Gusmão que tentava imputar a ele a responsabilidade de tal 

prejuízo, inclusive se propondo a pagar as cinco multas no veiculo por ele reconhecida 

no 
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valor de R$ 2.800, 00, sendo que as demais deveriam pagar por aqueles diretores que 

usaram o carro indevidamente e tomaram as demais multas. Além do tesoureiro a época

que deixou as multas dobrarem de valor por não identificar os responsáveis e não pagar 

as multas no prazo determinado.

Na decisão que transitou em julgado, não cabendo mais recurso, o Juiz de 1ª, o Tribunal 

de Justiça de SP e o Tribunal Superior de Justiça, reconheceram que o Ex- Presidente 

realmente é inocente e que não causou nenhum prejuízo à entidade, determinando que 

este pagasse apenas as cinco multas por ele reconhecidas e já pagas por Gilberto.

Quanto a penhora do prédio ficou provado, que quem recebeu a notificação e não 

encaminhou, levando o sindicato a ser condenado a revelia, foi o diretor João Faustino, 

que atualmente é diretor de imprensa do sindicato, causando o prejuízo de mais de R$ 70.000,00 reais.






DECISÃO DESMASCARA DIREÇÃO DO SINDICATO
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Esta decisão prova que a diretoria do sindicato faltou com a verdade aos trabalhadores, 
pois não foram raras as vezes que diretores da entidade ligados aquela gestão , acusaram na porta das 
unidades o ex presidente sobre tais fatos. Até um jornal do sindicato foi usado para 
manchar a imagem de Gilberto tentando abalar a credibilidade dele junto a categoria.

Verifica-se ainda o caráter, pois Gilberto mesmo autorizado pela categoria como 
comprova as atas de assembleia assinadas pelos trabalhadores, reconheceu as multas 
que tomou, a serviço da categoria como foi comprovado nos documentos, o que o 
automaticamente o eximiria da responsabilidade de pagar, mesmo assim as pagou, 
conforme confirmou hoje a sentença proferida na execução, mostrando sua ética, 
compromisso e zelo com a categoria e com seu patrimônio.

Já a diretoria do sindicato que não estava autorizada ao uso do carro ou a falar em nome 
da categoria, mentiu o tempo todo sobre a penhora do prédio, até hoje não se apresentou 
para pagar os outros R$ 13 mil das multas, e R$ 70 mil de prejuízos que causaram a 
entidade sindical, o que demonstra falta de caráter, pois tentaram transferir a uma pessoa 
Inocente a responsabilidade de suas cagadas e mazelas.




CATEGORIA TEM QUE EXIGIR RESSARCIMENTO AOS 
COFRES DO SINDICATO!!!!!!



Comprovada pela decisão judicial a inocência do ex-presidente Gilberto, conclui-se por 
analogia que os responsáveis pelo prejuízo foi a diretoria liderada pela ex-presidente 
Maria Gusmão, que ao invés de buscar os verdadeiros responsáveis, tentou esconde-los 
usando do artificio de responsabilizar outra pessoa e assim esconder da categoria a 
verdade do que vinha ocorrendo, o que classificamos como absurdo além de 
maquiavélico.

Por tanto a categoria tem que cobrar que os cofres do sindicato sejam ressarcidos por 
aqueles diretores, daquela gestão, sob pena de se caracterizar dilapidação de patrimônio, 
um requisitos que ferem diretamente o estatuto do sindicato, o que leva o diretor a perda 
do mandato e expulsão do quadro associativo.

Por isso, os trabalhadores tem que exigir que a diretoria da entidade cobre dos 
responsáveis que inclusive compões a atual diretoria, sob pena de omissão e conivência.

Exigimos também que cumpra a sentença judicial, que determinou ainda o direito de 
resposta ao companheiro Gilberto no jornal do sindicato, sob pena de ser a entidade 
multada o que viria causar ainda mais prejuízos aos cofres do sindicato, o que poderá 
também ser considerado como dilapidação, levando toda a diretoria a perda do mandato.

Nós do blog Agentes em Alerta, parabenizamos o ex-presidente do sindicato Gilberto, não 
só pela vitória obtida na justiça, mas por sistematicamente seja na politica, seja na justiça 
provar aos trabalhadores que a direção sindical mente, engana e tenta manipular os 
trabalhadores além de destruírem seu patrimônio está é minha opinião.

Continue assim companheiro Gilberto sendo esta pessoa, correta, ética e guerreira que a 
todo o momento mostra não em palavras mas em atitudes o respeito, carinho e zelo que t
em por nossa categoria, pelos nossos direitos e por aquilo que construímos.
Esta decisão judicial só veio mostrar a todos que você atua com a verdade, não se omite 
diante das dificuldades e não compactua com nenhum tipo de injustiça ou mentira, o que 
explica o porquê suas palavras incomodam tanto a direção do sindicato e a fundação
pois eles sabem que você é querido e respeitado pela maioria absoluta dos servidores 
antigos e entre os novos ganha cada vez mais admiradores e credibilidade..


Conclusão: Servidores por erros da diretoria e direção naquela gestão , que ainda temos uma maioria nesta gestão atual os cofres do sindicato sofreram prejuízos, e cabe esta atual direção Sr. Aldo fazer com que os responsáveis sejam punidos pois hoje muitos deles ainda se encontram em plena atividade desta instituição .


Agora se este presidente atual do sitraemfa, se não tomar providencias meus amigos e amigas ainda afiliados ao sitraemfa , cabe aos delegados sindicais exigir uma assembleia para que a base exija providencias pois dilapidação é do patrimônio do sindicato por seus diretores ou presidência no estatuto do próprio sindicato pode levar a expulsão dos membros envolvidos.


Fonte : processo N: 013389907.2008.8.26.0005 (005.08.133899-0 e consulta com o próprio ex presidente Antonio Gilberto





O que pensam agentes socioeducativos no Rio sobre a redução da maioridade

apreensão de um adolescente de 16 anos suspeito de ter esfaqueado e matado o médico Jaime Gold, 56, esta semana, no Rio de Janeiro, reaqueceu o já acalorado debate sobre a proposta de redução da maioridade penal no país, em estudo na Câmara dos Deputados. A discussão envolve diversos atores da sociedade, entre eles os responsáveis por aplicar as medidas socioeducativas aos jovens que seriam afetados pela possível mudança.
Para entender o que pensam sobre o assunto os integrantes do sistema de ressocialização que lidam diariamente com os internos, a reportagem do UOL ouviu quatro agentes socioeducativos de diferentes unidades do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) do Rio. Todos pediram para falar sob anonimato.
Unânimes ao defender a redução da maioridade penal para 16 anos, eles citam dificuldades diante das "leis paralelas" dos jovens dentro dos centros e falam da violência dos menores infratores. "Eles já entram aqui formados", afirmou um dos agentes. Há, no entanto, ressalvas e sugestões à proposta, como o endurecimento da lei apenas para os casos de crimes hediondos. "Por conta da compleição física deles, talvez uma alternativa seria mantê-los no sistema socioeducativo, mas com uma divisão", disse outro.
Segundo dados divulgados pelo Degase, referentes ao ano de 2013, cerca de 80% dos jovens que estiveram internados no Degase naquele ano tinham entre 16 e 21 anos.
Caso a proposta seja aprovada e promulgada pelo Congresso, jovens de 16 e 17 anos de idade poderão responder e ser punidos criminalmente da mesma forma que adultos, seguindo o Código Penal, e não mais seguindo as normas do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

André*, agente socioeducativo há três anos

Eu posso afirmar com toda a certeza que a grande maioria dos agentes que lidam com esses internos é a favor da redução da maioridade penal. Isso porque a gente sabe que a violência cometida por eles na rua, entre eles, e até contra os funcionários é grande, sim. Eles já vêm de uma realidade onde aquilo já está muito solidificado na mente deles. A grande maioria [dos internos] já sabe, sim, o que está fazendo, já escolheu o que quer da vida. Eu não vejo como a punição de hoje, a medida socioeducativa, pode ser eficaz em se tratando de jovens menores de idade que já cometeram homicídios, latrocínios, têm diversas passagens por tráfico e até comandam morros no Rio.
O agente socioeducativo hoje reúne em si as funções de segurança e educação, mas não tem condições de educar. É uma coisa totalmente contraditória na cabeça dos internos porque a gente representa a barreira entre eles e a rua. É como se você pedisse para um policial que ensinasse qualquer coisa ao presidiário. O sistema, quando cria o aparato para os funcionários, esquece de incluir a realidade dos internos, ignora as leis paralelas deles. Eles, por exemplo, não podem falar com os funcionários sozinhos porque outros internos podem entender que ele está, como eles falam, caguetando [denunciando] alguma coisa de dentro do alojamento deles.

James*, agente socioeducativo há dois anos e meio

O nosso trabalho aqui é enxugar gelo. A lei está defasada. Dentro da minha unidade, que é uma das melhores, os internos têm vários tipos de curso, boa alimentação, psicólogos, e até aula de tênis. Mesmo assim, a gente vê que muitos não querem sair da vida do crime. Alguns até acham que, por terem passado pelo sistema, podem ganhar uma condição melhor na pista, como eles chamam. Não se trata de uma escola do crime, como se fala das prisões. Eles já entram aqui formados. Sou a favor [da redução] porque hoje o sistema socioeducativo não passa de um paliativo, e o ECA não tem nada de punitivo. A única coisa que pode resolver é criar neles o temor de pegar uma pena de adulto.
Outro dia, três adolescentes mataram outro dentro de um centro. Os dois menores assumiram o homicídio para o maior que estava com eles não "atravessar" [para o sistema penitenciário], como eles dizem. O juiz determina que todos façam atividades juntos, mas não podemos misturar facções. Só temos spray de pimenta para evitar motins, rebeliões e as muitas brigas que acontecem sempre.

Ângelo*, agente socioeducativo há três anos

O que realmente existe lá dentro, infelizmente, é um aglutinado de criminosos, bandidos e marginais --por qualquer motivo, o governo não fez o que deveria antes de eles se tornarem tudo isso. Após eles sofrerem todas as mazelas da sociedade, eles são jogados dentro de uma unidade de internação socioeducativa que só serve, na prática, para excluí-los e escondê-los da sociedade. Com esse sistema que existe hoje, é impossível recuperar qualquer tipo de pessoa, em qualquer faixa etária. Eles já vivem em uma prisão.
Eu sou a favor de que se responda por qualquer crime hediondo independente da idade de quem cometeu. Caso a redução seja aprovada, na verdade, só melhoraria o meu trabalho, porque teria menos adolescentes para a gente cuidar. Melhoria para o adolescente eu tenho certeza que não teria nenhuma. A mudança que teria que ser feita seria passar a realmente cumprir a legislação do sistema de socioeducação que está em vigor, colocando no máximo 90 internos em cada unidade, um agente para cuidar de no máximo cinco adolescentes, desenvolver realmente um trabalho pedagógico e social, e acompanhar o interno depois que ele saísse da unidade. É uma lei muito bonita no papel e até faria efeito, mas nada é cumprido.

Eduardo*, agente socioeducativo há dois anos

O trabalho feito hoje é um engodo, só para inglês ver. Na prática, a gente trabalha em uma prisão e eles são considerados como bandidos aqui dentro. As atividades que existem nos centros só acontecem para o Estado dizer que faz, porque é obrigado por lei. Não servem para nada. A superlotação atrapalha. A casa em que eu trabalho tem lotação de 110 internos e hoje tem 230, por exemplo. E são dez técnicas para atender todos esses adolescentes. Fica impossível desse jeito.
O Estado não é preparado para dar educação, moradia a essas pessoas quando eles saem. Assim fica complicado para eles se ressocializarem. Como não têm outra perspectiva, voltam para o crime. Um dos argumentos de quem é contra a redução da maioridade penal é que a reincidência é de 30%, mas isso não é verdade. Eles não contam os que saem daqui e são presos com mais de 18 anos. Sou a favor que reduza [a maioridade penal], mas acho que os internos deveriam cumprir as mesmas penas de um maior de idade, ficando nos centros até os 21 anos. Porque o sistema prisional é ainda pior que o sistema de ressocialização, que é falido.
*Os nomes foram alterados para preservar a identidade dos agentes
fonte: Portal Uol